Veja o que acontece quando a alma é vista

Você já se olhou com calma?
Não num espelho apressado.
Mas com o tempo de quem se permite ser vista.
Talvez você ache que um ensaio é vaidade.
Ou que não é pra agora.
Mas e se for exatamente o que você precisa pra se lembrar de quem é?
Fotografar não é só registrar.
É revelar.
É criar um espaço onde você pode baixar a guarda — e ainda assim se sentir inteira.
Aqui, não peço que você pose.
Só que esteja.
Com tudo o que você é hoje.
Com tudo o que você sente.
Porque ser retratada assim, com verdade, também é uma forma de se amar.
E você merece isso.
Algumas histórias pedem para ser contadas com silêncio, luz e presença.
Foi assim que encontrei a fotografia.
E foi nela que encontrei meu lugar:
ao lado de mulheres que estão redescobrindo quem são — por dentro e por fora.
Sou a Dagmar. E há mais de 6 anos, tenho usado a câmera como ponte entre o invisível e o que ainda precisa ser visto.
Não fotografo para mostrar.
Fotografo para lembrar.
Do que é leve. Do que é forte. Do que é real.
Cada ensaio é uma troca.
Uma escuta.
Um cuidado.
Se você chegou até aqui, talvez seja porque também está pronta para se enxergar com mais gentileza.
Eu te recebo com luz.
